27 de abr. de 2011

8º FeStÃo APC





Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.(Jesus Cristo)


O 8º festão APC tem como comemoração além do oitavo ano de existência do grupo adolescente da igreja do evangelho quadrangular em gardenia azul é também um culto de adoração ao senhor, digno de toda honra e toda glória!!!

Se você tem vivido tempos difíceis eu te digo que Jesus é a cura. Não deixe de participar desse evento, dessa oportunidade, desse tempo de adoração, não deixe passar essa oportunidade. Temos acreditado, vivido e por isso profetizamos: EXISTE CURA EM JESUS!

Que a paz esteja conosco.


Por: APC Juliana

15 de abr. de 2011

Entrevista com David Quinlan - PFG




Na foto Eu (APC Leandro) e Pierre com David Quinlan

PFG: David para você o que significa Paixão, Fogo e Glória?

David: Eu vejo paixão como um sinônimo de renúncia, entrega e sacrifício, ou seja, quando você está apaixonado por alguém ou até mesmo por outra coisa, seu emprego ou algo parecido, você abre mão de muitas outras coisas, para poder dar de si, para poder gastar tempo, para poder investir todas as suas forças e energia naquela pessoa ou coisa. Então, eu creio que esta é a geração apaixonada por Jesus, está é a geração que tem renunciado e aberto mão das coisas do mundo. O fogo de Deus é para mudar. E eu creio que quando demonstramos nossa paixão pelo Senhor, Ele sempre nos responde de uma maneira sobrenatural, e como? Com Fogo e Glória, Fogo de Deus é para mudar o nosso interior completamente e a palavra de Deus diz que somos transformados em glória. Então uma vez que liberamos nossa paixão Ele vem com fogo e glória.

PFG: O que é conferência Paixão, Fogo e Glória?

David: É um lugar de liberdade, um lugar de entrega, de renúncia, de alegria, de festa, é um lugar aonde as pessoas chegam com hora marcada para começar  e sem hora marcada para terminar. Nós fazemos isso, porque sabemos que normalmente as igrejas possuem suas programações, preocupações e nós entendemos isso, por isso nós optamos e ouvimos do Senhor para fazermos essas conferências, para que pessoas pudessem vir e permanecer o tempo que fosse necessário para mostrar toda a sua gratidão ao Senhor. Então é um lugar onde as pessoas podem vir e, verdadeiramente, oferecer o melhor que possui a Deus, toda sua paixão, todo seu amor e ali, também, serem tocados por Deus. Porque temos momentos de palavras, de ensinos e louvor. Deus colocou esse sonho em nossas vidas para que pudéssemos gerar esse espaço de festa para que você possa ser tocado e exposto à glória de Deus.

PFG: Qual a visão do ministério?

David: A visão do ministério é simples, é despertar o adorador que existe em você. É mostrar que existe um adorador em você ansiando mais de Deus, mais da presença Dele e desejando ser mais parecido com o Amado de nossas almas – Jesus. Para, assim, poder impactar as pessoas ao seu redor. Essa é a visão que Deus nos deu, despertar em você esse desejo de ser um adorador, um adorador radical, adorador que paga o preço, que renuncia do seu tempo para gastar tempo com Deus. Então, essa é a visão: despertar em você um desejo, fome e sede de Deus.

PFG: Como você vê o mover de Deus na nação brasileira?

David: Eu vejo com alegria e empolgação. Nós vemos que Deus tem movido mesmo de uma maneira sobrenatural na nação brasileira, tem levantado uma igreja forte, jovem, uma igreja apaixonada que tem verdadeiramente investido no que diz respeito às coisas de Deus. Tenho visto a igreja aqui crescer de maneira sobrenatural. Eu creio que ainda tem espaço para acontecer muito mais do que tem acontecido até aqui, mas que a igreja tem despertado tem, que a igreja está levantando, está. E tem um versículo que demonstra a equação do avivamento, que está em 2 crônicas 7:14 que diz: “ se o meu povo se humilhar, orar e buscar a minha face e se arrepender dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus e salvarei a sua terra”. É isso que está acontecendo, nós estamos verdadeiramente aprendendo a este respeito, quanto a nos humilharmos, tem espaço pra muito mais. Estamos aprendendo a nos humilhar, estamos aprendendo a respeito de arrependimento. Então, eu realmente creio que a nação está crescendo em direção aquilo que Deus tem proposto para nós.

18 de mar. de 2011

DESPEDIDA DE HELENA TANURE DO DIANTE DO TRONO



Amigos, quando li esse texto no blog da Helena Tanure me espantei ao ver que a mesma não mais integra o ministério Diante do Trono. Espero que continue ministrando com o minstério de Intecessão da Lagoinha. Tenho sido há algum tempo edificado e ministrado atraves da vida dela.



"Que alegria estar com vocês, queridos leitores e amigos, depois de tanto tempo sem escrever no Blog.
Como vocês tem acompanhado, tenho passado por muitas mudanças! E é sobre mudança que eu gostaria de escrever.
É tão interessante como facilmente nos acomodamos, acostumados ao lugar, apegados às pessoas, e quando chega o tempo de nos desvincular, como dói!
Me faz lembrar do bebê quando está para vir a luz. Durante nove meses ele é gerado, confortavelmente envolvido por uma bolha onde é provido de alimento, oxigênio, e na maioria das vezes, amor. Mas chega a hora que as contrações começam e por mais confortável que esteja, o bebê precisa sair e enfrentar alguns desconfortos para encarar a vida.
Essa minha nova fase não está sendo diferente. Durante 13 anos fiz parte de um ministério, que se tornou praticamente minha família. Mas, chegou a hora de nascer para o novo de Deus.
O que é o novo de Deus? Vivemos num contexto de tanta megalomania que leva as pessoas a acreditarem que algo extraordinário, grande, notório ou glamoroso tem que acontecer depois de um passo como o que eu dei. Porém, o mais de Deus pode vir através do simples, do cotidiano.
Somos chamados a viver a vida de Cristo, revelando à humanidade perdida os princípios e valores mais fundamentais para a existência humana. E pra isso, eu não preciso necessariamente fazer algo notório como: gravar um CD, escrever um livro… Se Deus quiser que eu faça isso, eis me aqui, mas se Ele não quiser, eis me aqui da mesma forma.
As vezes você está lendo essas linhas, pensando nas promessas que Deus tem pra você e que um dia chegarão. Será que elas ainda estão por vir ou já estão diante de você? Será que você não está reconhecendo porque veio embalado em um papel comum ou até indesejável?
Ministério é grande, não pelo numero de pessoas que atinge, mas pelo efeito que ele produz nessas pessoas. Não despreze o que Deus te dá hoje. Seja fiel no pouco, não espere pelo muito. Confie, pois Deus sabe que você tem estrutura para suportar.
Se Deus usar você para transformar uma vida, já vai ter valido a pena viver.
Um grande beijo,
Helena"

5 de mar. de 2011

TESTEMUNHO DE NATÁLIA


Alguns anos se passou.
Passou, ficaram as memórias, as lembranças, as amizades.
Momentos de alegria vivemos. As saudades ficaram.
Ficaram pra nos trazer a memória àquilo que nos dá esperança.

Lembraremos com alegria dos momentos que ensaiamos as primeiras canções do APC.
Os primeiros cultos, as primeiras coreografias, os primeiros novos convertidos, as primeiras festas de aniversário. Os primeiros cultos nos lares. Foram momentos de muita comunhão.

Momentos de tristeza.
Momentos porque não deixamos os desentendimentos e brigas fazer parte de nosso cotidiano. Tristeza por nos faltar experiência no lidar com questões humanas que nos fazem chorar, lastimar e querem nos fazer explodir num turbilhão de sentimentos que enchem nossas mentes e emoções, mas que fazem parte da história de todos nós. O Senhor já nos tinha avisado que no mundo teríamos aflições, e é verdade.

Fomos além de nossas paredes.
Casas, praças, outras igrejas e mercados foram palco de nossa adoração.
Evangelismo que marcaram nossas vidas, nossas porque não conseguimos esquecer-se das pessoas que pararam pra nos ouvir com tanta atenção.

Lembramos com alegria das canções ‘Ele é por mim’, a primeira que cantamos, ‘Caminho da perfeição’ um clássico (risos), ‘Antes do sol nascer’, ‘vem andar comigo’, ‘Depois do casamento’ cantada em dueto com o André e a canção que é a sua cara: ‘Jesus meu primeiro amor’.

E porque não nos lembrarmos das alianças com a Quadrangular da Taquara e Creia e Viva, o que nos trouxe momentos de intensa comunhão.

Alguns anos se passaram. Você viveu, aprendeu, cresceu... Agora lhe cabe outra etapa da vida, a juventude, faculdade, trabalho, um futuro casamento até nos encontrarmos com o Senhor Jesus na mansão celestial.


Enfim, você faz parte de nossas vidas e creio que fazemos parte de sua. Receba o nosso muito obrigado por nos permitir fazer parte de uma história tão única e que nunca foi contada antes: a sua!

Por APC Leandro

28 de fev. de 2011

TRIBO DE LEVI OU DA TRIBO DE JUDÁ?




Por muito tempo, temos tratado do assunto louvor e adoração na igreja numa associação ao serviço levítico do tabernáculo de Moisés, Davi e depois do templo de Salomão. Quando chegamos em Ezequiel, uma palavra do Senhor ao profeta, condiciona ao serviço do altar somente os levitas da casa de Zadoque. O templo de Salomão foi destruídos pelos babilônios, reconstruído por Esdras e Neemias, profanado e destruído pelos gregos, reconstruído por Herodes nos tempos de Jesus e início da igreja e novamente destruído, agora pelos romanos. Desde o templo de Herodes e sua destruição, a igreja nunca teve templos em que pudesse ter uma liturgia, a igreja tinha as casas, os restaurantes (cenáculo), e onde pudesse juntar pessoas. Por mais de 300 anos a igreja viveu sem templos, até que no início da chamada idade das trevas, ou idade média, começou-se a levantar estruturas enormes, templos e se incorporar aos cultos os ritos judaicos. Mais de 1000 anos se passaram e a adoração nos templos era feita por rituais e musicas corais, também numa estrutura que reportava ao coral do tabernáculo de Davi. Com a reforma protestante no século XVI, a música na igreja começou a ser mais entoada pela congregação. Muitos dos hinos cantados até o dia de hoje, tiveram suas melodias antes entoadas nas tabernas e a elas foram atribuídas uma letra cristã. E assim, ficamos preservando esta tradição por quase quinhentos anos, por todas as igrejas protestantes, os mesmos hinos tradicionais. Nos séculos XIX e XX, houveram várias ondas de avivamento e essas trouxeram novos hinos, mas a partir da década de 60, começaram a surgir os “corinhos” que tinham uma linguagem mais simples e uma mensagem mais objetiva. No mover desse avivamento surgiram os louvores das Comunidades, e um movimento de restauração do louvor e adoração a Deus através da música. A base bíblica buscada para esta restauração foi o serviço levítico nos tabernáculos e templo de Salomão. E os músicos e cantores foram identificados com esse serviço, formaram-se nas igrejas o “Ministério de louvor” e os músicos e cantores eram e ainda são chamados de levitas. Embora tudo o que tenhamos hoje seja uma realidade histórica, podemos também observar que essa história muda a partir de experiências e compreensões diferentes sob uma ação soberana do Senhor.

Quero hoje, ousar a tentar mudar um paradigma relacionado à essa abordagem levítica da música na igreja. Quero olhar o campo da adoração a partir do rei Davi, que não era levita, mas da tribo de Judá, da mesma linhagem do homem Jesus de Nazaré, através do qual eu fui enxertado na “Oliveira”(Rm 11.17) e pelo qual me tornei, pela fé, filho de Abrão(Gl 3.7, Tg 2.23). Portanto, espiritualmente eu também pertenço à tribo de Judá.!

Por isso, quero entender a adoração por um judeu e não por um levita. Sendo assim, vamos observar o que Davi tem a nos ensinar.

1. Davi era judeu, ou seja, da tribo de Judá (I Sm 16.1-13)

2. Davi era músico,era harpista, não tocava no tabernáculo mas, tocava no curral de ovelhas, e não parecia se importar muito com isso. - Davi conciliava cuidado com as ovelhas e excelência no tanger da harpa, tanto que, ao se procurar um excelente tangedor, Davi era o homem.

3. Davi foi ungido rei ainda novo, recebeu um chamado para pastorear uma nação. Enquanto as coisas não aconteciam, permanecia no curral tocando e cuidando do seu pequeno rebanho, incomparável com os milhares que ele iria cuidar quando governando como rei.

4. Davi foi chamado ao palácio de Saul para tanger as músicas que libertavam Saul da opressão, e o faz como súdito submisso, embora já soubesse que tinha sobre sua cabeça a unção de rei (humildade). (I Sm 16.14-23).

5. Davi pastor, tangedor do rei, ao ver sua nação sendo humilhada por um gigante filisteu, enfrenta o inimigo com coragem e fé no Nome do Senhor. O pastor músico é também um guerreiro! Interessante que também temos um inimigo. (I Sm 17.1-58).

6. Davi é injustiçado e perseguido, foge para as cavernas e lá lidera um grupo que chegou a 400 homens. O pastor e músico, atrai as pessoas. Começa a transição, deixa de cuidar de ovelhas para cuidar de pessoas. É na caverna, na chamada “Fortaleza” que Davi compõe salmos e músicas. Sendo perseguido, vivendo em caverna e discipulando 400 homens de má índole, ele não deixa de tocar e compor. (I Sm 19.1-19, 21.1-22.5, 26.1-25).

7. Davi depois da morte de Saul é levantado rei em Hebrom e sua primeira ação como governante, é trazer de volta a arca da aliança em meio a muita música e festa. Erra na forma, mas conclui o seu propósito em meio à música e dança. ( II Sm 6.1-23)

8. Davi torna-se rei e organiza o serviço do tabernáculo com muita música, orquestra e coral, como nunca se tinha visto antes. Ele não toca no tabernáculo, mas lidera para que haja música excelente no tabernáculo, contribui com suas composições e salmos. Davi é um adorador para além do tabernáculo. Davi aprendeu a adorar no curral, no campo de batalha, na caverna, no palácio e no templo.

9. Davi comete o pecado de adultério e assassinato e essa tragédia pessoal e familiar é transformada em salmos e música. (II Sm 11.1 –12.2 ; Sl 32, 51))

10. Davi deixa um legado espiritual, sobre o qual hoje, somos abençoados e guiados à adoração, através de sua vida e dos salmos que compôs.( II Sm 22.1-23.7)

11. Da linhagem de Davi vem o nosso Salvador, irmão mais velho, Jesus Cristo (Mt 21.9, Jo 7.42). Nele nos tornamos filhos de Deus e herdeiros da promessa. Nele fomos feitos filhos de Abraão pela fé. Nele fomos feitos governo e sacerdócio( I Pe 2.9), não mais na linhagem de Levi, mas na linhagem de Jesus segundo a ordem de Melquisedeque, rei de Salém, (Jerusalém) que ficava em Judá (Hebreus 5.10,6.20,7.1,17).

12. Dentro desta perspectiva meu padrão de adorador é Davi e com seu exemplo eu aprendo as seguintes lições:

1) Para ser adorador não preciso de palco, posso adorar no quarto, na sala, no quintal, no curral.

2) Para ser adorador não preciso viver no “templo” ou do “templo”, posso ser um músico excelente cuidando de ovelhas, na guerra, no palácio ou na caverna, e até no templo, lugar da minha paixão. Posso ser excelente na música tendo outro trabalho ou função.

3) Enquanto não sou chamado para tocar ou cantar no palácio, preciso cuidar com zelo das minhas ovelhas e posso abençoa-las com a excelência do dom que Deus tem me dado.

4) Posso tocar no “palácio” e viver disso, mas não preciso depender disso para viver. Preciso ser flexível e até em períodos de caverna, aprender a viver.

5) Para ser adorador preciso guerrear contra o inimigo e vence-lo e assim provar para mim mesmo que aquilo que eu canto sobre Deus é o que eu creio e o que eu vivo.

6) Posso ser um músico excelente, mas este dom não anula meu chamado e vocação para fazer discípulos, e mesmo nos momentos mais difíceis da minha vida, momentos de caverna, eu vou sobreviver, eu vou vencer, eu vou discipular e vou compor, tocar e cantar.

7) Sendo líder, vou guiar os meus discípulos no caminho da arca, no caminho da presença de Deus. Não estarei na frente deles, sendo visto por eles. Irei à frente deles, sendo seguido por eles.

8) Como adorador e líder, vou ensinar, vou compor, vou inventar, vou organizar, para que o culto, a Celebração, a versão do tabernáculo, tenha o melhor, o mais excelente, uma adoração digna do Senhor.

9) Mesmo na tragédia do pecado, no caminho do arrependimento, tocado pela Graça, quero adorar.

10) Quero ser um adorador desta geração que deixa um legado para as gerações seguintes, fazendo-as através da música e da poesia, olharem e adorarem o Autor e Consumador da fé.

11) Quero como filho de Deus em Cristo Jesus, exercer o meu sacerdócio santo e conduzir através de meu testemunho inúmeras pessoas a poderem entrar no “Santo dos Santos” pelo vivo e novo caminho que é o sangue de Jesus.

12) Quero ser identificado como um filho de Davi, um adorador, pastor, servo, guerreiro vencedor, líder, governante, organizador, discipulador, pecador arrependido, um abençoador de gerações e acima de tudo um instrumento para levar as pessoas à salvação.

Por: PR. RICARDO PARISE

15 de jan. de 2011

Os Recabitas




Por Nívea Soares

[Deixa de preguiça e aprenda mais de Deus]

Em II Reis.10: 1 a 14, lemos acerca da sentença do Senhor sobre a casa de Acabe, como fora profetizado por Elias. A partir do verso 15 até o 28, somos informados sobre a sentença de Deus sobre todos os adoradores de Baal. O verso 15 em específico relata o encontro de Jeú com Jonadabe, filho de Recabe.

Os recabitas eram descendentes de Jonadabe. Jonadabe participou do juízo de Deus contra a idolatria em Israel. Ele fez uma aliança com os seus descendentes: a de jamais beberem vinho, não possuirem vinhas, não edificarem casas, não terem plantações. Eles viveriam no deserto, morando em tendas por todas as suas gerações.

Decorridos duzentos anos, Deus então manda Jeremias provar a fidelidade dos recabitas, oferecendo-lhes vinho na “casa do Senhor” (veja Jr. 35: 2-19).

O vinho, nesse contexto, nos fala das “distrações”, das “confusões” deste mundo. Ou seja, do chamado “mundanismo” – sistema/cultura voltados única e exclusivamente para as satisfações e a felicidade temporária, para a exaltação do “eu”. Os recabitas decidiram fielmente não se envolverem com o sistema mundano. Pelo contrário. Preferiram honrar seu voto ao Senhor por causa da aliança que fizeram.

O modo de vida dos recabitas nos mostra o desapego que eles tiveram com as coisas deste mundo, pois optaram por viver uma vida simples a se contaminarem com a “sociedade” idólatra e sem escrúpulos de Israel dessa época. Eles se separaram para o Senhor.

Assim como aconteceu com os recabitas no relato de Jeremias, o vinho de confusão, muitas vezes, é oferecido na própria “casa de Deus”. E o que parece ser bom, na verdade, é veneno para nós. O falso se parece com o verdadeiro. Falsos mestres e projetos de um evangelho falso. Cuidado!

O Evangelho que prega o egoísmo é uma farsa. Jesus disse: “Daí e dar-se-vos-á… Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia sua cruz e siga-me. ”

Este espírito mundano, “marqueteiro”, que roubar a nossa visão de Deus e Seu Reino.

Temos visto que alguns desejam “fazer coisas para Deus”, mais para estar em evidência, no mercado, que por uma direção do Espírito Santo.

Deus tem requerido desta geração uma separação. Não somos desse mundo. Não podemos nos pemitir se corromper pelo pecado, pelo modo de pensar e agir desse século. Hoje em dia, tudo é tido como “normal”: sexo antes do casamento, homossexualidade, lesbianismo, adultério, pornografia, mentira, corrupção, tirar vantagem dos outros… São coisas que o mundo chama de “normais”. Mas a Palavra de Deus diz que essas coisas são pecado.

Mas como se santificar? Precisamos parar de brincar com o pecado, de fazer concessões a ele e buscar ao Senhor de todo o coração, conhecendo Sua Palavra, buscando ser cheio do Espírito Santo, jejuando, orando, adorando a Ele. Sempre. Assim lemos na Palavra: “Não vos embriagueis com o vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito Santo”. (Veja: Mt. 24:24, I Tm. 4:1 e 2, II Pe. 2: 1-3)

É necessário extirpar a mentalidade mundana, temporal. Assim afirmou Paulo: “Se esperamos em Cristo só nessa vida, somos os mais miseráveis de todos os homens”.(Veja I Cor. 15:19). E ainda: “Sede firmes e constantes sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o nosso trabalho não é vão no Senhor”(I Cor. 15:58).

Ouça a canção me esvaziar de Nívea Soares que fala desse assunto.

15 de dez. de 2010

Clamor Desesperado



Tenho vivido, acredito que uns dos piores dias, se não os piores dias da minha vida. Tenho assistido inerte a minha decadência espiritual. Não sei o que tem acontecido, apenas sei que não encontro forças pra orar, ler a Palavra... enfim... não consigo mais fazer aquelas coisas que nos fazem sobreviver em Deus... ouvir e faler com Deus: Relacionamente.

Tenho persebido que a origem está num determinado pecado que sei bem qual é, mas e daí que sei... sei tanta coisa, mas nada do que sei faz sentido nesse momento.

Espero que seja apenas uma fase e que passe logo. Não aguento mais!
Pra quem estiver lendo, saibam que escrevi essas palavras não pra ouvir sermões, mas pra que vc entre na brecha por minha vida. Esse é um clamor desesperado! O Senhor procurou alguém que se colocasse na brecha e a ninguém achou (Ez. 22). Não é de palavras que preciso... aliás se soubesse o que preciso não escreveria tudo isso aqui me expondo ainda que pela parede da internet.

Temo pelo que o próprio Jesus disse lá em Mateus 7:21. Temo porque expulsei demônios, profetizei, curei enfermos, falei em novas liguas, mas não quero ser apartado do Senhor. Alguém quer?

Alguém poderia falar em reputação. O que preciso não é de aparência! Quem vive disso?! De aparência não se vive, sobrevive.
Como é ruim viver desonhado pelo pecado, indigno, sem moral. Ainda dizem que é difícil viver em santidade. Que mentira do inferno! Difícil é viver no pecado. Isso sim é difícil. Quem já provou da vida de Deus, não se conteta com nada menos que uma vida distante do pecado.

É assim que me sinto nesses dias.

Ah Irmãos! Me ajudem em oração e jejum.

Por APC Leandro